Maliblue · Audiovisual · Estratégia · 2026
Maliblue Nasce
Reposicionamento, conteúdo e oito reels para a nova fase da marca
Seleção do projeto
Trabalho em exibição
Visão geral
O projeto
Uma marca de moda voltava ao mercado com novo branding e três linhas de produto.
Transformar pesquisa, personas e pilares editoriais em uma campanha com ritmos próprios para cada linha.
Estratégia de conteúdo, planejamento, direção, acompanhamento e oito reels para Reels e Stories.
A Maliblue voltou com branding novo e três linhas: activewear, beachwear e concept. Antes de abrir a timeline, Kaline Oliveira estruturou o diagnóstico da marca, objetivos, personas, pilares editoriais, cronograma e sequências de conteúdo. Esse mapa orientou a captação e os oito reels da campanha. Na execução audiovisual, cada linha ganhou um ritmo próprio: o activewear trabalha velocidade e corpo em movimento; a concept respira mais e segura o plano. A estratégia, a produção e a leitura semanal aparecem juntas neste case, porque o conteúdo não começou no corte e não terminou na publicação.
Como o trabalho tomou forma
Processo
Pesquisa antes da estética
O projeto começou pelo diagnóstico, não pelo feed. Kaline mapeou a distância entre a identidade existente e o nicho fitness, a baixa presença de conteúdo em vídeo e a falta de uma linha editorial capaz de ligar produto, rotina e estilo de vida.
A análise virou um objetivo concreto: reposicionar a Maliblue como marca de moda fitness reconhecível, com autoridade no nicho e uma conversa que não dependesse apenas de mostrar roupa. O conteúdo precisava sustentar o novo branding e preparar terreno para as três linhas da marca.


Públicos que mudam a pauta
Em vez de tratar mulheres de 18 a 40 anos como um grupo único, a estratégia separou contextos de compra. Amanda procura acabamento e exclusividade; Carolina transforma treino e rotina em conteúdo; Rafael precisa vestir uma imagem profissional dentro e fora da academia.
As personas não ficaram como apresentação decorativa. Elas ajudam a decidir quais benefícios mostrar, em que linguagem, em qual formato e em que horário a pauta pode encontrar cada pessoa.



Plano editorial que vira produção
Com o posicionamento definido, Kaline organizou pilares, cronograma e responsáveis. O planejamento separa editorias, formatos, linha de produto, objetivo de cada publicação e etapa de produção, para a equipe saber por que uma peça existe antes de começar a executá-la.
Isso conecta estratégia, captação, design e edição no mesmo fluxo. O calendário deixa de ser uma lista de posts e passa a ser uma visão da campanha, com dependências e entregas visíveis.



Direção de conteúdo
Cada sequência de Stories recebe uma função dentro da campanha. Nesta pauta, o primeiro quadro apresenta o movimento da marca; os seguintes conectam o reel, os bastidores, os detalhes das peças, o treino e a loja física.
A ordem cria progressão em vez de uma pilha de publicações. Pauta, roteiro e referência visual chegam juntos à produção, reduzindo interpretação solta e preservando a intenção até o material publicado.



Gestão e leitura semanal
A publicação não encerra o trabalho. O acompanhamento semanal reúne visualizações, alcance, interações, visitas e crescimento para identificar quais pautas merecem continuidade e onde o formato precisa mudar.
Esse registro serve à próxima decisão editorial; ele não aparece como um número isolado de vaidade. A leitura acontece junto do contexto da campanha e volta para o planejamento.

O ritmo
As linhas não podiam ser cortadas do mesmo jeito. O activewear pedia velocidade e trilha de hip-hop, corpo em movimento, corte curto. A concept é o oposto: mais melancólica, mais conceitual, um clima que não sobrevive a corte apressado.
O que uniu as duas foi uma regra só: mostrar todos os detalhes, e mostrar rápido. Cada peça aparece inteira em algum quadro, com o tecido, o caimento e o acabamento, só que nenhum plano fica tempo suficiente para a pessoa se acomodar. O detalhe está lá; quem quiser ver, volta.
A pressa é argumento, não estética. Uma marca que volta com branding novo precisa parecer que voltou com tudo, e não que está se reapresentando devagar. Um corte lento contaria a história errada, e é por isso que o texto cinético fecha em "um novo capítulo" e não em "olá".
O blur que saiu
A primeira versão do activewear tinha muito mais efeito: blur pesado nas transições, principalmente na abertura. Isolado parecia energia; na peça inteira virou borrão, e justamente nos primeiros segundos, que são os que decidem se alguém fica.
Saiu quase todo. A velocidade que ficou veio do corte e da trilha, não do filtro. Virou a regra do resto do projeto: se o efeito rouba a roupa, o efeito sai. Quem contrata reel de moda está comprando a peça aparecendo, não o meu repertório de transição.
Vamos conversar?
Estratégia, design e audiovisual.
Qual é o próximo passo da sua marca?
